{"id":9,"date":"2009-02-07T01:12:00","date_gmt":"2009-02-07T01:12:00","guid":{"rendered":"https:\/\/tremdavale.org\/?page_id=9"},"modified":"2025-10-10T11:57:00","modified_gmt":"2025-10-10T11:57:00","slug":"trem-turistico","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/tremdavale.org\/pt\/trem-turistico\/","title":{"rendered":"Trem Tur\u00edstico"},"content":{"rendered":"<p>Mensageira do progresso e da civiliza\u00e7\u00e3o, a locomotiva a vapor invadiu o imagin\u00e1rio dos homens do s\u00e9culo XIX e garantiu a entrada das diferentes na\u00e7\u00f5es do mundo na era industrial moderna.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<dl class='item-wrapper'>\n<dt class='item-title' title='Mostrar as informa\u00e7\u00f5es' id='item-0'>Eixo Ferrovi\u00e1rio&nbsp;<span title=\"Mostrar as informa\u00e7\u00f5es\">[+]<\/span><\/dt>\n<dd>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/eixo-ferroviario\/thumbs\/thumbs_foto1.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/eixo-ferroviario\/thumbs\/thumbs_foto2.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/eixo-ferroviario\/thumbs\/thumbs_foto3.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/eixo-ferroviario\/thumbs\/thumbs_foto4.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/eixo-ferroviario\/thumbs\/thumbs_foto5.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Para que a ferrovia chegasse a Ouro Preto e Mariana, foram necess\u00e1rios anos de espera e prodigiosas obras de engenharia, tamanhas eram as barreiras impostas pelas condi\u00e7\u00f5es dos terrenos e da topografia da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria da constru\u00e7\u00e3o da ferrovia de Ouro Preto, iniciada em 1883, e depois do seu prolongamento at\u00e9 Mariana, conclu\u00eddo somente em 1914, assim como a hist\u00f3ria de todo o s\u00e9culo XIX, \u00e9 cap\u00edtulo importante na trajet\u00f3ria das duas cidades.<\/p>\n<p>Foi ainda, no final do s\u00e9culo XIX, com o advento da ferrovia, que se delineou o novo rumo do desenvolvimento econ\u00f4mico da regi\u00e3o, tanto em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o quanto ao aproveitamento das suas riquezas minerais, velho sonho dos mineiros que j\u00e1 n\u00e3o podiam contar mais com o ouro.<\/p>\n<p>Nestes espa\u00e7os, sobretudo nas esta\u00e7\u00f5es de Ouro Preto e Mariana, desenvolvem-se as a\u00e7\u00f5es do Programa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<dl class='item-wrapper'>\n<dt class='item-title' title='Mostrar as informa\u00e7\u00f5es' id='item-1'>Vag\u00f5es&nbsp;<span title=\"Mostrar as informa\u00e7\u00f5es\">[+]<\/span><\/dt>\n<dd>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Vag\u00f5es Operacionais<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagoes\/thumbs\/thumbs_foto1.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagoes\/thumbs\/thumbs_foto2.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagoes\/thumbs\/thumbs_foto3.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagoes\/thumbs\/thumbs_foto4.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Composto de uma locomotiva a vapor, uma a diesel e cinco vag\u00f5es de passageiros, o trem \u00e9 capaz de comportar 240 pessoas por viagem.<\/p>\n<p>Entre esses vag\u00f5es \u2013 que mant\u00eam o mesmo desenho dos antigos trens, com interiores em madeira \u2013, destaca-se o panor\u00e2mico, que permite, por meio da sua estrutura transparente, a visualiza\u00e7\u00e3o completa de toda a paisagem.<\/p>\n<h3>Vag\u00f5es Museogr\u00e1ficos<\/h3>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"_o2w9220_br.jpg\" alt=\"_o2w9220_br.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagao-cafemariana\/thumbs\/thumbs__o2w9220_br.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Vag\u00e3o Caf\u00e9<\/h4>\n<p>Este carro entrou em opera\u00e7\u00e3o em 1971, sendo utilizado para inspe\u00e7\u00e3o de trechos da Rede Ferrovi\u00e1ria Federal S\/A, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais. Anteriormente, foi um luxuoso alojamento para engenheiros, supervisores, superintendentes e diretores da RFFSA. Seu interior era refrigerado e todo revestido em jacarand\u00e1, com estofamentos em couro, piso em carpete e acabamento em a\u00e7o inox.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"_o2w9243_br.jpg\" alt=\"_o2w9243_br.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagao-sentidos-mariana\/thumbs\/thumbs__o2w9243_br.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Vag\u00e3o dos Sentidos<\/h4>\n<p>Criado para funcionar como um carro de passageiros, este vag\u00e3o foi adaptado para integrar a chamada Composi\u00e7\u00e3o de Socorro, acionada em casos de obras ou acidentes ferrovi\u00e1rios. Era conhecido como \u201cQuarto Dormit\u00f3rio\u201d, pois acomodava os trabalhadores durante as a\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para o Trem da Vale, o desenho original das janelas e da porta foi completamente recuperado, transformando o vag\u00e3o em um espa\u00e7o de imers\u00e3o, com proje\u00e7\u00f5es de imagens po\u00e9ticas, relacionadas \u00e0 hist\u00f3ria de Minas Gerais.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"_o2w9241_br.jpg\" alt=\"_o2w9241_br.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagao-oficinadevideo\/thumbs\/thumbs__o2w9241_br.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Vag\u00e3o Oficina de V\u00eddeo<\/h4>\n<p>Constru\u00eddo antes da d\u00e9cada de 50, \u00e9 um dos mais antigos carros do acervo. Quando ainda corria pelos trilhos de Minas Gerais, era usado somente para trabalhos internos, transportando materiais e equipamentos da Vale. Agora baseado em Mariana, que tamb\u00e9m abriga as minas de Alegria e F\u00e1brica Nova da empresa, o antigo vag\u00e3o transformou-se na Oficina de V\u00eddeo e na Sala de Hist\u00f3rias, espa\u00e7o dedicado ao registro de depoimentos dos visitantes para o programa de hist\u00f3ria oral do Trem da Vale.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"_o2w9093_br.jpg\" alt=\"_o2w9093_br.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagao-sonoroambiental\/thumbs\/thumbs__o2w9093_br.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Vag\u00e3o Sonoro Ambiental<\/h4>\n<p>Revestido em a\u00e7o carbono, material que tem o min\u00e9rio de ferro como ingrediente fundamental, este carro rodava como um vag\u00e3o de carga, tendo sido adaptado para a manuten\u00e7\u00e3o da via permanente da Ferrovia Centro-Atl\u00e2ntica (FCA), que come\u00e7ou a operar em 1996. Para transform\u00e1-lo no Vag\u00e3o Sonoro-Ambiental, foram adicionadas janelas e tr\u00eas portas, permitindo uma visibilidade maior de seu interior, que abriga uma oficina de cria\u00e7\u00e3o de instrumentos musicais e a instala\u00e7\u00e3o \u201cRes\u00edduos Sonoros\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"vagao_cafe_ouro_preto.jpg\" alt=\"vagao_cafe_ouro_preto.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/vagao-cafe-ouro-preto\/thumbs\/thumbs_vagao_cafe_ouro_preto.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Vag\u00e3o Caf\u00e9<\/h4>\n<p>Encontrado no p\u00e1tio da oficina Gon\u00e7alves Dias, na Esta\u00e7\u00e3o de Tart\u00e1ria, em est\u00e1gio avan\u00e7ado de deteriora\u00e7\u00e3o, esse carro foi inteiramente reconstru\u00eddo. Originalmente, transportava passageiros. Em sua recupera\u00e7\u00e3o, o desenho externo foi mantido e o interior, adaptado para abrigar a cafeteria.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"biblioteca-estacao-op-frente-1-foto-bruna-tropia.jpg\" alt=\"biblioteca-estacao-op-frente-1-foto-bruna-tropia.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/tendacultural\/thumbs\/thumbs_biblioteca-estacao-op-frente-1-foto-bruna-tropia.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h4>Biblioteca da Esta\u00e7\u00e3o de Ouro Preto<\/h4>\n<p>Esse vag\u00e3o foi utilizado na d\u00e9cada de 70 como um vag\u00e3o auxiliar, fornecendo energia ao carro O-500 (hoje o Vag\u00e3o Caf\u00e9 &#8211; Mariana) e servindo ao transporte de bagagens. Originalmente, fazia parte da composi\u00e7\u00e3o do Trem Capixaba, que transportava bagagem e correspond\u00eancias entre o Rio de Janeiro (RJ) e Vit\u00f3ria (ES), cidades onde a Vale tamb\u00e9m est\u00e1 presente.<\/p>\n<p>Ao lado da Biblioteca de Ouro Preto est\u00e1 o <strong>vag\u00e3o vesti\u00e1rio<\/strong>, que, originalmente, era um vag\u00e3o fechado destinado ao transporte de cargas em geral. Com revestimento em a\u00e7o carbono, tinha capacidade para at\u00e9 64 toneladas. Com a reforma, foram recuperados o modelo original e a maior parte da estrutura do vag\u00e3o, que agora integra o acervo do Trem da Vale em Ouro Preto.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<dl class='item-wrapper'>\n<dt class='item-title' title='Mostrar as informa\u00e7\u00f5es' id='item-2'>Locomotivas&nbsp;<span title=\"Mostrar as informa\u00e7\u00f5es\">[+]<\/span><\/dt>\n<dd>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\" \" alt=\" \" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/maria-fumaca\/thumbs\/thumbs_dsc08834.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A locomotiva a vapor foi criada no in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, na Inglaterra. No Brasil, chegou em meados do s\u00e9culo, mas se espalhou pelo pa\u00eds nos anos 1900, junto com as ferrovias.<\/p>\n<p>A locomotiva do Trem da Vale foi fabricada pela <strong>Skoda<\/strong>, da Rep\u00fablica Tcheca, em 1949. O modelo Loco 201 se movimenta a velocidade m\u00e1xima de 60 quil\u00f4metros por hora (km\/h). A velocidade m\u00e9dia do percurso Ouro Preto-Mariana \u00e9 de 20 a 25 km\/h.<\/p>\n<p>A <strong>Loco 201<\/strong> foi encomendada para a ferrovia Santa F\u00e9, nos Estados Unidos. Foi comprada pela Ferrocarril, da Argentina. Em 1980, a Rede Ferrovi\u00e1ria Federal (RFF) comprou a locomotiva para trabalhar em Santa Catarina, de onde foi trazida para as viagens do Trem da Vale.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"locomotiva-g8.jpg\" alt=\"locomotiva-g8.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/locomotiva-emd-g-8\/thumbs\/thumbs_locomotiva-g8.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" title=\"locomotiva-brigadier.jpg\" alt=\"locomotiva-brigadier.jpg\" src=\"\/wp-content\/uploads\/gallery\/locomotiva-brigadier\/thumbs\/thumbs_locomotiva-brigadier.jpg\" width=\"100\" height=\"75\"><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A M\u00e1quina 3, como esta locomotiva Brigardier \u00e9 conhecida, foi constru\u00edda por volta de 1918 na Alemanha e usada para trabalhos militares durante a Primeira Guerra Mundial. Depois do fim da guerra, foi comprada pelo governo brasileiro e usada em Minas Gerais para transportar cargas de olarias e pedreiras. A locomotiva foi recuperada pela Central do Brasil e restaurada pelo projeto Trem da Vale \u2013 uma contribui\u00e7\u00e3o da empresa para a preserva\u00e7\u00e3o de um \u00edcone da nossa hist\u00f3ria. <strong>A locomotiva Brigadier, exposta na esta\u00e7\u00e3o de Ouro Preto, n\u00e3o est\u00e1 em atividade.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<dl class='item-wrapper'>\n<dt class='item-title' title='Mostrar as informa\u00e7\u00f5es' id='item-3'>Mapas&nbsp;<span title=\"Mostrar as informa\u00e7\u00f5es\">[+]<\/span><\/dt>\n<dd>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h3>Mapas<\/h3>\n<p>Consulte os mapas para conhecer a localiza\u00e7\u00e3o das Esta\u00e7\u00f5es do Trem da Vale. Fa\u00e7a o download dos arquivos (PDF):<\/p>\n<ul>\n<li>Mapa de Ouro Preto<\/li>\n<li>Mapa de Mariana<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<dl class='item-wrapper'>\n<dt class='item-title' title='Mostrar as informa\u00e7\u00f5es' id='item-4'>Informa\u00e7\u00f5es de Embarque&nbsp;<span title=\"Mostrar as informa\u00e7\u00f5es\">[+]<\/span><\/dt>\n<dd>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hor\u00e1rio de funcionamento das esta\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<h3>Ouro Preto<\/h3>\n<p>Ter\u00e7a-feira a domingo e feriados nacionais, das 9h \u00e0s 17h<\/p>\n<ul>\n<li>Tel: (31) 3551-7310<\/li>\n<li>Pra\u00e7a Ces\u00e1rio Alvim, s\/n. \u2013 Barra<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Mariana<\/h3>\n<p>Ter\u00e7a-feira a domingo e feriados nacionais, das 8h30 \u00e0s 17h30<\/p>\n<ul>\n<li>Tel: (31) 3558-3104<\/li>\n<li>Pra\u00e7a Juscelino Kubitschek, s\/n. \u2013 Centro<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Viagens de Trem<\/h3>\n<dl>\n<dd>As viagens de trem acontecem sextas, s\u00e1bados e domingos, nos seguintes hor\u00e1rios:<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Sa\u00edda de Ouro Preto &#8211; 10h<\/p>\n<p>Sa\u00edda de Mariana &#8211; 14h<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<h3>Pre\u00e7os dos Bilhetes:<\/h3>\n<p>Inteira:<\/p>\n<ul>\n<li>R$18,00 ida<\/li>\n<li>R$30,00 ida e volta.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Meia:<\/p>\n<ul>\n<li>R$ 9,00 ida<\/li>\n<li>R$ 15,00 ida e volta.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Crian\u00e7as at\u00e9 5 anos, no colo, n\u00e3o pagam.<\/p>\n<p>Crian\u00e7as de 6 a 10 anos, adultos acima de 60 anos e estudantes pagam meia-entrada (mediante apresenta\u00e7\u00e3o de carteira de estudante).<\/p>\n<h3>Reserva para grupos<\/h3>\n<p>O guia tur\u00edstico credenciado pela Embratur, pela Agtop e pela Agturb, apresentando carteira dentro da validade, tem direito a uma cortesia. Cada grupo de 20 pessoas tamb\u00e9m tem direito a um bilhete de cortesia.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/dd>\n<\/dl>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<h2>Links Relacionados<\/h2>\n<p>Veja alguns links sobre ferrovia:<\/p>\n<ul>\n<li>Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Preserva\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria<\/li>\n<li>ABPF Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Preserva\u00e7\u00e3o Ferrovi\u00e1ria<\/li>\n<li>Ag\u00eancia Nacional de Transportes Ferrovi\u00e1rios<\/li>\n<li>Mem\u00f3ria Ferrovi\u00e1ria<\/li>\n<li>Rede Ferrovi\u00e1ria Federal S.A.<\/li>\n<li>Revista Ferrovi\u00e1ria<\/li>\n<li>SBF \u2013 Sociedade Brasileira de Ferromodelismo<\/li>\n<\/ul>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensageira do progresso e da civiliza\u00e7\u00e3o, a locomotiva a vapor invadiu o imagin\u00e1rio dos homens do s\u00e9culo XIX e garantiu a entrada das diferentes na\u00e7\u00f5es do mundo na era industrial moderna. &nbsp; Eixo Ferrovi\u00e1rio&nbsp;[+] &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; 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