
A Estação de Vitorino Dias foi inaugurada em 1914, atendendo às necessidades da Companhia Industrial Ouro-Pretana, fábrica de tecidos que funcionava a poucos metros da estação. Em 2006, o espaço foi totalmente restaurado e incorporado ao eixo ferroviário do Programa.
A estação e a fábrica de tecidos
A estação foi construída para servir à Companhia Industrial Ouro-Pretana, que empregava parte significativa dos moradores da localidade. Em 2006, o espaço foi totalmente restaurado e incorporado ao eixo ferroviário do Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale. Durante o passeio, monitores acompanham os passageiros e compartilham informações sobre a paisagem, a ferrovia e a história das cidades atendidas. O Programa estimula a cooperação com escolas públicas, universidades, associações de bairro e entidades de preservação ferroviária.
1914: inauguração e função original
A fábrica de tecidos funcionava a poucos metros da estação e integrava-se à rotina econômica e social do lugar. A leitura da paisagem industrial permite compreender a relação entre fábrica, ferrovia e cidade no início do século XX. Os espaços das estações funcionam como extensão da escola e como lugar de convivência intergeracional nas duas cidades históricas. Os espaços museográficos das estações oferecem ao visitante uma leitura contemporânea da história ferroviária e da vida cotidiana das duas cidades históricas.
O trabalho têxtil na região
O trabalho têxtil marcou a economia e o cotidiano da região, deixando marcas na paisagem e na memória dos trabalhadores. Em 2006, o espaço foi totalmente restaurado e incorporado ao eixo ferroviário do Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale. O contato com bens culturais e naturais, mediado por educadores, transforma a visita em experiência de aprendizagem significativa. A educação patrimonial no Trem da Vale valoriza os saberes populares, os ofícios tradicionais e as narrativas orais como fontes legítimas de conhecimento.
O restauro de 2006
Em 2006, o prédio foi totalmente restaurado e incorporado ao eixo ferroviário do Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale. A leitura da paisagem industrial permite compreender a relação entre fábrica, ferrovia e cidade no início do século XX. O Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale é uma iniciativa da Fundação Vale, realizada em parceria com a Ferrovia Centro-Atlântica e formatada, planejada e executada pelo Santa Rosa Bureau Cultural. A cada temporada, novos conteúdos museográficos e editoriais renovam a experiência de quem visita as estações do Programa.
A paisagem industrial preservada
O entorno preserva casarios e vestígios da vila operária que se formou ao redor da indústria. Em 2006, o espaço foi totalmente restaurado e incorporado ao eixo ferroviário do Programa de Educação Patrimonial Trem da Vale. Os depoimentos colhidos nas salas de história oral transformam lembranças individuais em documento coletivo de preservação da memória. A proposta pedagógica parte do princípio de que o patrimônio só se preserva quando é conhecido, vivido e reconhecido pela comunidade que o produziu.
A estação na rota do Programa
A estação integra o percurso do trem turístico e compõe a sequência de equipamentos culturais do Programa. A leitura da paisagem industrial permite compreender a relação entre fábrica, ferrovia e cidade no início do século XX. Desde a sua inauguração, em 5 de maio de 2006, o Programa consolidou-se como referência em educação patrimonial em Minas Gerais e no restante do País. O eixo ferroviário histórico é tratado como patrimônio tecnocientífico, revelando a engenharia, o trabalho e as técnicas que ali se desenvolveram.
Informações em resumo
- Integrada ao eixo do Programa
- Ligada à Companhia Industrial Ouro-Pretana
- Restaurada em 2006
- Memória do trabalho têxtil
- Inaugurada em 1914
- A inclusão sociocultural é um eixo permanente do Programa, que busca alcançar estudantes, professores, moradores, turistas e grupos organizados.
| Aspecto | Informação |
|---|---|
| Inauguração | 1914 |
| Vínculo original | Companhia Industrial Ouro-Pretana |
| Restauro | 2006 |
| Função atual | Equipamento cultural do Programa |
| Localização | Percurso Ouro Preto – Mariana |
A recuperação da Estação Vitorino Dias representa a valorização do patrimônio industrial como bem cultural coletivo das comunidades da região.







